quinta-feira, 16 de junho de 2011
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
É!
Condutor da felicidade, o homem
A sociedade, o homem, determina constantemente seus padrões de felicidade: simplicidade, natureza, família, aceitação. O mundo está se racionalizando e o subjetivismo está sendo deixado, o tempo, a renovação, a juventude são as preocupações. O século pós-guerras vive em busca da felicidade, o novo mal-do-século é a depressão.
A saga pela felicidade é paradoxal. Os “neo-árcades” dizem que andar descalço deixa as pessoas felizes, todavia parece que estes não se lembram da população sudanesa que em grande parte é pobre e luxo dos executivos de ficar sem seus calçados é o que ocorre o tempo todo com aqueles que nem comida têm. As escolhas geram conseqüências – inegável-, o homem de outrora partiu a África para ter o dinheiro (American way of life) que trar-lhe-ia felicidade, o sapato da moda e agora os pés livres é que são felizes.
Vive-se a descartável vida, querendo o simples e querendo o novo. Amizades novas, colégios novos, empregos novos, “nova vida nova”. Existe uma cavidade no homem do século vigente e este tenta constantemente preencher esse vácuo porque entendeu que felicidade é uma questão de momento. O jogar fora chega a ser feito com pessoas e o “luxuoso” momento é o dos excessos para tornar-se feliz, obesidade, anorexia, anabolizantes, alisamentos, maquiagem, ou seja, as máscaras e psicopatias para a felicidade que se tornou o objetivo guiador do homem que não pensa nos meios, só quer o próprio eu-lírico feliz.
A declaração de Álvares de Azevedo: “Não deixo da vida um só saudade!” causa espanto a priori e depois disso uma reflexão. Será que ele não foi feliz? O mundo hodierno é feliz? O que é ser feliz? Qual a importância de ser feliz? Condutor da felicidade, o homem
A sociedade, o homem, determina constantemente seus padrões de felicidade: simplicidade, natureza, família, aceitação. O mundo está se racionalizando e o subjetivismo está sendo deixado, o tempo, a renovação, a juventude são as preocupações. O século pós-guerras vive em busca da felicidade, o novo mal-do-século é a depressão.
A saga pela felicidade é paradoxal. Os “neo-árcades” dizem que andar descalço deixa as pessoas felizes, todavia parece que estes não se lembram da população sudanesa que em grande parte é pobre e luxo dos executivos de ficar sem seus calçados é o que ocorre o tempo todo com aqueles que nem comida têm. As escolhas geram conseqüências – inegável-, o homem de outrora partiu a África para ter o dinheiro (American way of life) que trar-lhe-ia felicidade, o sapato da moda e agora os pés livres é que são felizes.
Vive-se a descartável vida, querendo o simples e querendo o novo. Amizades novas, colégios novos, empregos novos, “nova vida nova”. Existe uma cavidade no homem do século vigente e este tenta constantemente preencher esse vácuo porque entendeu que felicidade é uma questão de momento. O jogar fora chega a ser feito com pessoas e o “luxuoso” momento é o dos excessos para tornar-se feliz, obesidade, anorexia, anabolizantes, alisamentos, maquiagem, ou seja, as máscaras e psicopatias para a felicidade que se tornou o objetivo guiador do homem que não pensa nos meios, só quer o próprio eu-lírico feliz.
A declaração de Álvares de Azevedo: “Não deixo da vida um só saudade!” causa espanto a priori e depois disso uma reflexão. Será que ele não foi feliz? O mundo hodierno é feliz? O que é ser feliz? Qual a importância de ser feliz?