quinta-feira, 16 de junho de 2011

?

Cansei! Cansei de me fingir de inteligente de aguentar as pessoas, de ser sozinho, de ter coração, de ser alguém. Queria eu ter coragem para não pensar nas consequências, dormir o dia todo e acordar um nova pessoa. eu sei que o meu texto não está fazendo sentido e isso também nao é um fluxo de conscicencia porque no funndo está sendo pensado e e corrigido mentalmente.... sou controlador compulsivo e criticador intenso... não, eu não sei me elogiar nem mesmo receber elogios.... e nao é fraqueza é apenas uma opção, prefiro eu mesmo não esperar muito de mim para não ter que sofrer depois... é. doi ler isso que estou escrevendo por isso tento não parar.. Acordo, e luto todos os dias. luto por um eu melhor, um eu mais forte, menos egocentrico e mais romantico


Mais uma vez eu me frustro, este era para construção de textos e bla bla bla, mas como nem mesmo seguidores ou melhor, leitores eu tenho nada me impede...

Eu sou uma farsa, vivo atrás de máscaras. Não sou mal, finjo-me de rude para não me aproximar demais de você e não me apaixonar por você pois no final sou eu que sofro, sou eu quem quero chorar me seguro para não ser fraco ou algo do tipo. E sou apaixonado, e meu pensamento é desordenado.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

É!

Condutor da felicidade, o homem

A sociedade, o homem, determina constantemente seus padrões de felicidade: simplicidade, natureza, família, aceitação. O mundo está se racionalizando e o subjetivismo está sendo deixado, o tempo, a renovação, a juventude são as preocupações. O século pós-guerras vive em busca da felicidade, o novo mal-do-século é a depressão.

A saga pela felicidade é paradoxal. Os “neo-árcades” dizem que andar descalço deixa as pessoas felizes, todavia parece que estes não se lembram da população sudanesa que em grande parte é pobre e luxo dos executivos de ficar sem seus calçados é o que ocorre o tempo todo com aqueles que nem comida têm. As escolhas geram conseqüências – inegável-, o homem de outrora partiu a África para ter o dinheiro (American way of life) que trar-lhe-ia felicidade, o sapato da moda e agora os pés livres é que são felizes.

Vive-se a descartável vida, querendo o simples e querendo o novo. Amizades novas, colégios novos, empregos novos, “nova vida nova”. Existe uma cavidade no homem do século vigente e este tenta constantemente preencher esse vácuo porque entendeu que felicidade é uma questão de momento. O jogar fora chega a ser feito com pessoas e o “luxuoso” momento é o dos excessos para tornar-se feliz, obesidade, anorexia, anabolizantes, alisamentos, maquiagem, ou seja, as máscaras e psicopatias para a felicidade que se tornou o objetivo guiador do homem que não pensa nos meios, só quer o próprio eu-lírico feliz.

A declaração de Álvares de Azevedo: “Não deixo da vida um só saudade!” causa espanto a priori e depois disso uma reflexão. Será que ele não foi feliz? O mundo hodierno é feliz? O que é ser feliz? Qual a importância de ser feliz? Condutor da felicidade, o homem

A sociedade, o homem, determina constantemente seus padrões de felicidade: simplicidade, natureza, família, aceitação. O mundo está se racionalizando e o subjetivismo está sendo deixado, o tempo, a renovação, a juventude são as preocupações. O século pós-guerras vive em busca da felicidade, o novo mal-do-século é a depressão.

A saga pela felicidade é paradoxal. Os “neo-árcades” dizem que andar descalço deixa as pessoas felizes, todavia parece que estes não se lembram da população sudanesa que em grande parte é pobre e luxo dos executivos de ficar sem seus calçados é o que ocorre o tempo todo com aqueles que nem comida têm. As escolhas geram conseqüências – inegável-, o homem de outrora partiu a África para ter o dinheiro (American way of life) que trar-lhe-ia felicidade, o sapato da moda e agora os pés livres é que são felizes.

Vive-se a descartável vida, querendo o simples e querendo o novo. Amizades novas, colégios novos, empregos novos, “nova vida nova”. Existe uma cavidade no homem do século vigente e este tenta constantemente preencher esse vácuo porque entendeu que felicidade é uma questão de momento. O jogar fora chega a ser feito com pessoas e o “luxuoso” momento é o dos excessos para tornar-se feliz, obesidade, anorexia, anabolizantes, alisamentos, maquiagem, ou seja, as máscaras e psicopatias para a felicidade que se tornou o objetivo guiador do homem que não pensa nos meios, só quer o próprio eu-lírico feliz.

A declaração de Álvares de Azevedo: “Não deixo da vida um só saudade!” causa espanto a priori e depois disso uma reflexão. Será que ele não foi feliz? O mundo hodierno é feliz? O que é ser feliz? Qual a importância de ser feliz?